Avô ♥

remember

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December 26, 2011

dura, dura

tu surpreendes-me. tens a capacidade incrível de me acalmar, mesmo que o meu coração esteja a ultrapassar a maior tempestade. e a verdade é que eu não preciso de dramatizar, não preciso de teatros improvisados porque tudo o que te digo, é sincero, é do fundo do meu coração e da minha alma. a tua presença é totalmente imprescindível na minha vida, e se eu pensava até à uns tempos para cá que já tinha encontrado todas as pessoas que exercessem este papel na minha vida, então pensei muito mal... e ainda bem, sabes? eu já não sei explicar, mas acredito que tu sejas o meu melhor calmante, e eu estou viciada nele... desculpa-me que assim seja, mas sabes, princesa? tu apareceste na melhor das piores alturas da minha vida e, de repente, mudaste tudo, mas para melhor. e eu agora já não me sei virar sem ti, sem as tuas palavras de aconchego e sem o teu carinho e apoio incondicional. e sabes mais? tens feito mais do que pessoas que conheço à mais tempo fazem, nesta altura, por mim. e talvez seja também por minha culpa; habituei-me a ti como se fosses um dos bonequinhos que uso para dormir, e agora dificilmente te largo. espero que não te importes e espero, ainda mais, que gostes de todo o carinho que nutro por ti. é sincero e é único. agora não quero atrapalhar mais o teu sono, acho que já te demonstrei o quanto tu me transmites tranquilidade, a tranquilidade que eu não peço mas preciso, a tranquilidade pura, que acho que só contigo encontro. obrigada do fundo do coração, love you, pequenina!

December 25, 2011

preciso de ti, princesa.

remar

acho que precisamos de nos sentar em frente ao mar e procurar o nosso barco. provavelmente ele não está longe, mas olha, eu não tenho conseguido remá-lo, desculpa-me. há coisas que eu nunca deixei de sentir e custa-me dar conta, só hoje, que a intensidade dos nossos laços, naquela altura, para ti, foi enorme. olha, para mim também. e eu nunca quis acreditar que para ti tinha sido assim, grandioso, mas sabes que o meu coração inseguro só se dá conta disso muito tempo depois.

December 11, 2011

a verdade é que

o que mais oiço é "avisei-te" e "eu disse-te". mas oh, eu preciso de cair, tal como toda a gente precisa. e eu não me importo de cair se souber que vou levantar-me com mais garra e não me vou deixar enganar a segunda ou a terceira vez. sabes, dré, eu admiti que tinhas razão, admito que, de facto, estavas certo desde o início. mas tu também sabes que eu precisava de experimentar, não sabes? sabes que eu estava numa altura de transição e que o que o meu coração dizia na altura era o que estava certo - mesmo que não correspondesse à realidade -, e de certa forma não me arrependo de ter experimentado, ou tentado, pelo menos. retirei algumas coisas daquela situação e prometo não te desiludir da próxima vez. se me disseres "olha que não é o que parece", "juízo e não caias na conversa" eu vou ouvir-te antes que seja tarde e já me tenha envolvido. obrigada por não me largares a mão, mesmo que tenhamos estado distanciados. nunca me esqueço de ti, e obrigada por não te esqueceres de mim como eu julgara que o tivesses feito.

December 1, 2011

não te percas

não quero que te percas... não quero que caias sem conseguir descolar o teu corpo gélido do chão. não posso deixar que percas o teu rumo, que não saibas mais o caminho para casa. não quero que andes perdida nas ruas, somente no teu mundo e que esqueças os outros. não quero que deixes de pensar em ti, de lutar por ti e de te dar valor. não podes deixar a tua essência desaparecer com o frio deste inverno. não podes imaginar os teus dias a chorar, a apertar-te contra o peluche que guardas na cama e a esconder a tua face pequena debaixo dos cobertores. não podes esquecer o teu dia-a-dia, as pessoas para quem vives. não percas a tua opinião, não vivas à base dos outros. não deixes de tratar de ti. não deixes de lutar pelos teus objetivos, não percas o alcance das tuas metas, não vires o teu mundo ao contrário. olha, esquece as pessoas que se quiseram perder no mundo alheio ao teu, essas pessoas não eram bem vindas. nunca tires os pés do chão, mesmo que custe manteres o teu corpo em pé. não deixes que a tua alma morra, não a deixes ir. não adormeças em nenhum lugar longe daqui, onde saberás que ninguém te encontrará. fica sempre por perto, não vás. não te percas.
para mim.

November 2, 2011

fraqueza

se eu podia estar mais magoada? claro que não! uma das pessoas em que comecei a confiar mais, com quem contei no verão a tempo inteiro, e que pensava que podia contar-lhe qualquer coisa e que ele me ia apoiar, dizer se estava a fazer bem ou mal, a confortar-me caso estivesse mal, deixou de o fazer assim num abrir e fechar de olhos. e oh, como é que eu consigo reagir a isso? "com frieza" - respondia a minha annie. e oh, forças? é que cada vez tenho menos e não é dramatizar, mas cada vez que confio em alguém, essa pessoa deixa de estar lá para mim, e oh, eu não preciso de mais desilusões. não preciso! mas como te disse, "um dia vais lembrar-te de mim." e, olha, espero que não seja tarde demais, como outras pessoas. de ti não esperava isto, mas oh, eu sei que cada vez mais tenho de esperar menos das pessoas. elas magoam, e eu assisto.

November 1, 2011

14.

Ty, olha, eu vou procurar ajuda, sabes? é melhor. eu não consigo aguentar isto por muito mais tempo. sabes o que é, ele mudou a minha vida assim que nela entrou, e oh, já passou um ano que o conheci, mas não chegou a ser um ano de amizade, porque ela acabou meses antes. olha, sinto-me tão perdida! ainda mais do que quando os meus laços contigo se quebraram, e tu bem sabes o quanto essa fase foi difícil e dura para mim. só que desta vez é tão diferente. e olha, eu sei que este cansaço não vai passar facilmente, e eu preciso que passe, preciso de viver, de me sentir viva. apoias-me nessa decisão? espero pela tua resposta enquanto vou à janela tentar avistar a lua. um beijo quente.