Ainda não me sinto confortável o suficiente para voltar a mostrar-me contactável para contigo. Fi-lo para que reparasses na minha ausência e, supostamente, me procurares. E, à medida que o tempo passava, lembrei-me que também podias ter-me procurado para me dar uma palavra de conforto sobre o meu avô, porque duvido que não tenhas noticiado. Como tudo o que esperei - como sempre espero de ti - não se realizou, e já passou praticamente um mês, decidi que o melhor mesmo seria afastar-me totalmente, e com isto incluo o nosso contacto naquele lugar, onde eu sei que é mais difícil afastar-me de ti, e onde teremos quase tudo a impedir que não nos vejamos. Estou a fazer o possível para que o meu coração não te ame mais e que não sinta a tua falta. A verdade é que não sinto a tua falta, mas conhecendo-me como conheço, sei que quando tiver de te enfrentar, o meu coração vai pedir mil e uma coisas em segredo, vai desatar aos apertos por gostar tanto de ti, isto porque eu sei que é o que acontece sempre que te vejo. A expressão "borboletas no estômago", quando te vejo já é insuficiente, porque, em tempos, tornou-se maior que esses bichinhos lindos. O meu amor por ti ultrapassou qualquer escala de aceitável, e o meu coração passou das marcas-limite de sanidade. Com tudo isto, eu só peço que não me fales, não só porque não tens sido correto comigo, mas também para que eu possa seguir a minha vida.
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June 10, 2012
May 23, 2012

e esta imagem remete-me para ti, para nós. assim que a vi, o meu coração palpitou tanto, porque até ele se apercebeu que era a nossa cara. pois, era. o que é que te faz lembrar? a mim leva-me àquele dia em que estávamos os dois sentados na areia, tal e qual como eles, e eu comecei a escrever "adoro-te demasiado <3". deste-te conta e, com o teu braço direito por trás de mim, começaste a fazer riscos na areia, de onde saiu "és linda". sorri-te e, logo de seguida, terminei, escrevendo "bubu @ 09-08". de seguida deste-me um beijo e apertaste-me contra ti. se eu estava feliz? oh, tinha o meu mundo comigo, não podia estar melhor... agora que me recordo disto, já passaram quase três anos e ainda tenho tudo gravado em mim, tal e qual como esse amor que não escasseia.
May 7, 2012
goodbye is the best

e o que dói mais no meio de todo este caos em que o meu coração e a minha vida se encontram é que tu não és mais do que um simples rapaz que procura saciar as suas necessidades, sem se preocupar com o coração das outras pessoas, das pessoas que juntas ao teu corpo e que começam a suspirar por ti vinte e quatro horas por dia, trezentos e cinquenta e cinco dias por ano. eu sou uma delas. será que ainda o sabes? não sabes o que é respeitar alguém, perdeste completamente esse conceito, e quem não aprende com isso, não importa. a partir de agora, olha, faz a tua vida que eu vou fazer a minha. vai doer tanto largar-te, mas se não fosse o melhor para mim, já o tinhas demonstrado. vou soltar agora mesmo a corda que ainda te segurava ao nosso barco. esquece a Esperança, conseguiste dissipá-la, e eu agora sigo viagem sozinha.
giveaway no blog da mariasousa.
April 28, 2012
where are you now?
como é que podes deixar que eu acumule dor? não preferes ver-me sorrir? ver aquele sorriso que toda a gente fala, no meu rosto...até eu tenho saudades dele. oh, confesso, tenho muitas. todos os dias me pergunto onde estás, porque é que estás tão longe, porque é que ficas sempre naquele ponto minúsculo onde eu não te vejo. chego a duvidar se estás lá realmente.se calhar já desististe. se calhar já não voltas, e todas as promessas que fizeste são agora em vão. a verdade é que eu não sei. não sei o que te hei-de dizer para voltares a sorrir comigo, para voltares a preocupar-te comigo. as tuas palavras já são um mistério para mim. não sei quando vais libertá-las. não sei quando é que a tua reação vai ser despejar tudo o que tens aí dentro para despejar. eu acho que precisava disso. acho que sim. mas tu não ages. deixas-te ficar, deixas-te ir ao sabor do vento, só que eu sou diferente. o vento sopra e eu voo. fico desgastada no chão. perdida. às vezes só gostava de saber onde estás...
giveaway no blog da mariasousa.
April 27, 2012
April 26, 2012
hoje #6
dói-me o coração. tanto que nem imaginas. mas só quero que sejas feliz, comigo longe.
feliz aniversário!
April 24, 2012
trying not to love you
tu desististe de mim. ao primeiro obstáculo partiste. pediste-me desculpa, disseste que estavas a ser estúpido mas que era o melhor. logo depois pediste-me para não deixar de ser tua amiga. não tiveste piedade de mim. partiste o meu coração e no minuto a seguir pediste, por outras palavras, para fingir que tal não tinha acontecido e "continuarmos amigos". era pedir muito, eu disse-te. contudo, contive o meu choro, limpei o rosto e sorri para o telemóvel dizendo-te "está bem". foi o primeiro passo para o erro, não foi? foi aí. foi apenas aí que todo este turbilhão começou. onde eu errei, mas tu também erraste. aceitei-te. deixei que ficasses, sem que tivesse tempo de sarar a minha ferida. hoje estou assim, com o coração tão mal tratado por tudo o que já vivi por causa da tua existência na minha vida. estou aqui, outra vez, a dizer que te amo. mas vou agora mesmo aprender a amar-me a mim para que consiga deixar de te amar. antes de ti, estou eu. e se até agora assim não o foi, será daqui para a frente.
April 12, 2012

escrevia em papéis amachucáveis. apenas eu, uma caneta e duas folhas, para o caso de me alongar nas palavras. era sempre ao final do dia, quando o sol se punha, porque sentia a simplicidade da chegada do fim do dia, e também porque sentia mais a tua falta nessas alturas. sempre senti, mas o sol posto trazia-me angústia e saudade de ti, dos teus abraços. não me senti nunca capaz de te mostrar todas essas palavras cheias do meu amor por ti, talvez por receio da tua reação ou outra coisa...sempre me mantive na retaguarda, contudo, até hoje, mostrei-te cerca de quatro ou cinco textos que te redigi. uns que eu sentia que tinhas mesmo de ler, para me entenderes melhor. não sei, ou melhor, não sinto se isso chegou a acontecer, infelizmente. guardo-te com tanto amor em mim, que acho que mesmo que viesses a saber, novamente, desse feito, não conseguirias sequer ter uma pequena ideia do quão enorme ele é. por muito que faça os possíveis e impossíveis para deixar de nutrir este grandioso amor por ti, parece que me enfeitiçaram e eu só consigo amar-te a ti, amar as tuas virtudes e defeitos, amar-te no seu todo. mas nesta caminhada que agora faço, a atitude tem de ser diferente, não posso guiar-me pelo que sinto. pela primeira vez, sinto-me seguir a razão em vez do coração. é uma boa aposta, embora custe, embora magoe o órgão cardíaco, por ele se sentir tão pressionado em esquecer-te. mas como o que tem de ser, tem muita força, não vou parar aqui, pois estou a conseguir atingir o meu objetivo. e hoje, escrevi estas palavras para ti, sem papel e sem caneta. mais em pensamento. e vou entregar-tas.
April 9, 2012
reality is different

sonhar contigo é a maior realidade da minha vida. todos os dias o meu consciente procura o teu ser para me acompanhar, ainda que indiretamente, em tudo o que faço. não finjo que estás comigo para opinar sobre o que faço ou pôr em causa as decisões que tomo. mas faço com que, todos os dias, te sintas orgulhoso da pessoa que sou. não é que te veja muito empenhado nessa tarefa, mas faz-me sentir melhor se pensar que não sou má pessoa, e se pensar que até possuo um esqueleto com tamanha doçura. aquela que, por vezes, te falta. não te peço nada. só me digno a dizer para ficares. não peço. não o faço porque sei que não cumpres. já foi o tempo em que cumpriste algo que me prometeste. há sempre promessas em vão, não é? não sei bem porque te dirijo este texto, mas as minhas palavras andam fugidas e parece que foram dar até ti. mas vou já terminar, porque não quero alongar letras unidas para um destinatário vazio. não enquanto estiver acordada.
April 1, 2012
try to remember

tu sabias. sabias de cor o que eu também sabia sobre nós. nunca tinha visto nada assim. dei por mim, um dia, a confrontar-me com algo que não estava na minha memória, mas quando a relembraste, consegui afirmar que sim, lembrava-me perfeitamente. e o sorriso que carregavas quando partilhávamos todas estas memórias...oh, tudo mudou em ti. e, sabes, sempre que eu te pedia para me abraçares com muita força, era apenas para que, quando estivesse sem ti, esse abraço relembrado pudesse ocupar o vazio que hoje sinto entre os meus braços. o simples cerrar de olhos quando envolvias os teus lábios nos meus, serviu para guardar, em mim, e para sempre, o sabor dos teus beijos, o sabor que o nosso amor tinha.
March 29, 2012
eu vou...
é, eu preciso de me libertar de ti. de te libertar. dirigir-te um texto de despedida sempre foi fácil porque, no final, nunca conseguia concretizá-lo. mas eu preciso desse final. preciso de te olhar e não me sentir completamente derretida pelo teu olhar, pelo teu sorriso, pelo teu sentido de humor. preciso de te sentir no meu coração apenas como amigo, apenas como isso...não posso continuar a fazer-te refém no meu coração, ainda que tu não o saibas.lá está, tu voltas a não saber o que sinto por ti. embora eu não seja boa a esconder isso de ti, como nunca fui, consigo fazê-lo discretamente e tu não te dás conta, por te absorveres tanto na tua vida social. confessa, a partir do momento em que me deixaste, nunca mais te preocupaste decentemente comigo, pois não? estavas mais preocupado em que ninguém falasse de nós, em que ninguém se iludisse e pensasse que poderíamos voltar a unir os nossos corações. mas tu não sabes o quanto me custou enfrentar perguntas, todos os anos,de quando é que tu "ganhavas juízo" e voltavas para mim. não sabes o quanto me custou dizer, todas essas vezes, que não podia fazer nada, porque tu tinhas outra pessoa. e ser chamada pelo nome da tua namorada...nunca passaste por isso, mas eu sei que me doeu, embora eu tenha sorrido, para não mostrar que me afetava. e obrigar-te a escolher entre uma relação que não te dava segurança e estabilidade,e uma vida em conjunto comigo. assistir às tuas conquistas, sem te lembrares que o meu coração sofria por ti. não sabes quantos dias e noites eu chorava quando chegava a casa e me encontrava sozinha. quantas vezes acordei a meio da noite por sentir a tua falta e a gritar o teu nome. saber que sinto saudades tuas cada vez que respiro, que penso em ti nessas mesmas vezes. e de todas as vezes que esperei que as tuas palavras não fossem mais do que em vão, e que as tuas promessas fossem cumpridas. aquelas em que dizias que "no verão eu via", que eu ia voltar a ser tua, mas dessa vez, para sempre. nunca quiseste cumprir isso, pois não? doía-me quando dizias que tinhas de estar sozinho durante uns tempos para recuperar, e semanas depois já teres uma nova companhia. mal conhecida. eu...eu estive lá sempre! mas é que sempre acaba por ser pouco porque estive muito mais que isso. acompanhei todas as tuas fases desde que te conheço. apoiei-te nos teus namoros, mesmo que isso ferisse o meu coração. deixava-te partilhar as tuas coisas comigo, as que vivias com outra pessoa que não eu...mas não era para ser a "boazinha" que aguenta tudo. não, era porque, apesar disso, estavas a partilhar a tua vida comigo. algo que eu apreciava, que eu queria. e quantas vezes eu esperei que me ligasses, nem que fosse para me perguntares se estava tudo bem. ou deixares-me uma mensagem simples a dizer qualquer coisa. para eu saber que estás lá, sem ser quando eu falo contigo. tu não podes prometer-me que não vais abandonar o nosso barco quando o fazes constantemente. como já te disse, não posso ser a única a remar contra a corrente porque ela leva-me facilmente. eu preciso da tua ajuda. e se tu achas que eu sei que me ajudas só em pensamento, esquece, o barco não se move assim. e mesmo que ele se chame Esperança, a minha está a perder-se aos poucos. eu preciso de certezas, de certezas que não apareces apenas quando te apetece,ou quando és obrigado a ver-me. eu preciso, ainda mais, de certezas que não sinto mais amor por ti, que o meu coração já não te pertence mais em silêncio. preciso de me soltar e de viver a minha vida. e eu quero que esta seja a despedida definitiva. preciso disso. não me digas novamente que estaremos "unidos como um só" e que o "oceano nunca será sombrio" se eu vejo bem a escuridão em que me coloco sempre que sinto o meu coração bater por ti. e é por isso que hoje decido ir. não pretendo voltar a escrever-te, a menos que saiba que já não te amo. e como isso vai demorar, olha...até um dia.
March 18, 2012
you're

não gosto que te julguem mal. não gosto que pensem que és um mulherengo. não gosto que te julguem como uma pessoa que não pensa no sentimento dos outros. no fundo, ou melhor, nem precisa de ser no fundo, porque eu sei... sei que tu não és assim. sei a tua essência. e por muito que ela, por vezes, desapareça do meu olhar, eu acabo sempre por me cruzar com ela e conhecer-te sempre bem. não sigo todos os teus passos, e até gostava de seguir um pouco mais, mas eu sei o que vales. sei que o teu coração é grande, demasiado por vezes, mas o suficiente para fazer as pessoas felizes com a tua presença. às vezes basta apareceres e o dia está ganho. tu não deixas de ser quem és por conquistares muitos corações. espero é que tenhas tempo de conquistar o teu próprio coração e cultivar a tua bondade. eu acredito em ti.
March 16, 2012
let's go, boy

eu orgulho-me de ti. oh, sim, orgulho muito. e acho que aos poucos me vou apercebendo onde foste buscar essa força toda...é, ele é o teu exemplo, não é? suporta tudo com um sorriso na cara, por muito difícil que aparente, o teu pai encara tudo com a maior tranquilidade e coragem. mas também, deve ser sempre assim que devíamos ser. e tu herdaste isso dele, não foi? és forte, oh, és corajoso. lutas, vives sem te deixares cair na amargura. sofres, como toda a gente, mas sabes lidar tão bem com esses momentos maus, que são raras as vezes em que penso que poderás estar mal. pouco o demonstras. ultrapassas as coisas também com calma, e acho que sais sempre vitorioso. deve ser tão bom conseguir ser assim. nunca percas essa capacidade que tens de ser forte e superior, por favor. provavelmente não te reconheceria, embora saiba tão bem quanto tu que os momentos maus também conseguem ser-nos superiores com alguma facilidade. e lembra-te... eu estou cá nesses momentos, mas também estarei nos bons, para partilharmos sorrisos vitoriosos.
March 10, 2012
break the spell

"But I hate the way I keep on givin'
Into you, like I always do
No matter how I try
Or maybe could it be
That you're the part of me
That's keeping me alive?"
Quando ela diz que não quer perder a sua amizade, o que quer mesmo dizer é que não quer deixar de o amar. Ma não pode mais admitir que o faz, que o ama... Tem de demonstrar que a única coisa que quer, é manter aquela amizade que, do seu lado, se baseia mais no amor que nutre por aquele rapaz, e na necessidade que tem em garantir que ele é feliz e que não magoa as outras pessoas, muito menos a si mesmo. Quando lhe deseja felicidades na sua nova conquista, ela quer mesmo desejá-lo, ainda assim, no seu mais profundo ser, deseja todas as noites que esse namoro termine e que ele se lembre: eu amo aquela rapariga que nunca desistiu de mim, mesmo sem lutar. Aquela pessoa que sempre se disponibilizou a amar-me e ajudar-me. Que me pediu sempre que não deixasse a nossa amizade quebrar... A pessoa que segurou durante anos o nosso barco, sem nunca conseguir largá-lo, mesmo que eu não a ajudasse a lutar. O provável é ele nunca pensar nisso, porque seguiu a sua vida e a verdade é que foi mesmo ela que fez isto, continuar lá, ano após ano, sem conseguir que o sentimento mudasse, mesmo tentando. Sim, isso tentou tantas vezes... Muitas falhas, muitas quebras, mas também imensas tentativas. A maior certeza dessa rapariga, é que vai sempre gostar dele, por mais que tente evitar, enganar-se a si mesma... Talvez o consiga enganar a ele. Mas não a ela. Não a quem a conhece verdadeiramente.
:
ajuda,
amizade,
amor,
b.,
consciência,
coração,
desabafo,
dimensão,
música,
sentimentos,
sinceridade
February 26, 2012
February 10, 2012
32.

acho que já faz meses desde a última vez que me senti tão bem num dia só. e a verdade é que eu precisava, por tudo, de um dia destes. precisava de te ver, Ty, precisava de sentir a tua energia positiva em mim também. talvez mais do que em ti, porque tu tens sempre imensa e a mim falta-me... oh, sempre me fizeste bem, não foi? sempre. e isso ninguém muda, passem os anos que passarem. olha, agradeço-te muito, imenso, por me transmitires força, mesmo que não saibas como o fazes, eu sei, é com o teu sorriso. o teu sorriso é a maior demonstração de força que tu tens em ti. quem te vê, parece que sabe ver o que tens aí dentro de ti, eu pelo menos falo por mim. oh Ty, e sabes que te digo? eu não me importo que já não sejas meu, não me importo que já não te possa beijar. eu posso abraçar-te, posso sorrir-te e falar contigo. posso ter a tua companhia à mesma, e olha que ela vale ouro, do mais precioso do mundo. obrigada pelas pequenas conversas que me proporcionaste hoje e por teres aquecido o meu coração. és lindo, oh se és.
:
ajuda,
amizade,
b.,
consciência,
conversas.,
coração,
desabafo,
força,
interior,
realidade,
sinceridade,
Ty
February 8, 2012
não me peçam
é, eu nunca pensei deixar de demonstrar os meus sentimentos, porque sempre fui de dizer se estava realmente triste ou verdadeiramente contente. agora... agora deixo que descubram, que saibam ver nos meus olhos, ou nas minhas palavras. já não sei dizer à priori que não, não estou bem, está tudo errado, e tudo mais. simplesmente digo que estou bem. "sim, estou" e sorrio. não engano, não. só quis deixar de lado a parvoíce de dizer sempre que não estou bem. isso não é preciso. quem me conhece saberá sem eu dizer e sem me questionarem. no fundo, eu sou transparente, tal como a água. e tal como a água corre consideravelmente, as lágrimas salgadas que transbordam dos meus olhos meio rasgados também o fazem. em silêncio. ou agora deixou de o ser. já nem a noite nem o dia me acodem. a minha vida baseia-se, basicamente, em quatro pessoas, e oh, coincidência que uma delas já não mais partilha nada comigo; a outra é o ex amor, que pouco me profere palavras. e as duas outras almas são as minhas meninas, que passam ambas pela mesma dor, uma mais recente que a outra. como fico eu no meio disto? mal. tal como elas. desamparada, porque as noites são frias e transportam o gelo para os meus dias. parece congelar o meu coração. a minha alma tão pequenina.e a única coisa que continuo a pedir, é tranquilidade. só isso.
:
amizade,
andresa,
b.,
coração,
d.,
desabafo,
fases,
interior,
livro da vida,
medo,
mundo à parte,
pensamento,
sentimentos,
sinceridade,
sis,
tristeza,
vontades
January 28, 2012
can you hear me?
"There's so much to be said
And with a broken heart
Your walls can only go down but so low
Can you hear me when I call your name?"
é verdade, há ainda tanto por dizer. e quando eu digo que as palavras dirigidas a ti acabaram, parece que aparecem novas coisas para completar frases nunca acabadas. e é estranho eu sentir que já te disse tudo mas, na verdade, ainda vou a meio, não é? há uma grande frase que diz "cada verão tem a sua história", e a minha vida baseou-se muito nesta altura do ano, misturou o calor com as hormonas e fez a sua própria história. cada verão era diferente, até ao momento em que tu entraste num novo e fizeste dele o mais diferente de todos os outros. já completei dezoito anos, conheço-te desde os dezasseis e parece mais que te conheço desde criança. temos sempre esta sensação, não é? a meio de quantas noites eu não chamei por ti, pelo teu nome, pelo meu amor? foram tantas. foram dores horríveis, dores de coração. celebrar o nosso primeiro e único mês longe de ti, sem poder abraçar-te, sem poder beijar-te, foi um sacrifício enorme. a esta altura devem estar a pensar que eu sou tola por te amar há tanto tempo e só termos criado a nossa história durante um mês. mas a verdade é que os grandes amores não precisam de nascer um ano antes de se consumar a relação. andámos cerca de um mês a alimentar-mo-nos com o que os nossos olhos nos ofereciam, e mesmo antes de saber o teu nome, eu já sabia que ias ser especial para mim, e isto até pode parecer tolo, mas é verdade, foi o sexto sentido feminino que me informou. ver-te era a chamada expressão: lavar a vista mil vezes ao dia, era encharcar o meu rosto de paixão. paixão que depois se tornou em amor, amor simples mas muito completo. e tu não só tornaste o meu verão em algo inesquecível como também o meu aniversário. e ainda na minha comemoração dos dezoito, viste o quanto estava a entrar em pânico por achar que não me darias os parabéns, lembras-te? e a verdade é que é algo que não tens obrigação, mas depois de me amares naquele dia nove de agosto de dois mil e nove, acabaste por ser a peça principal no meu aniversário. sem ti, ele fica vazio e triste. há tanto que me puxa para ti, tanto em termos de recordações,memórias. e isso nem sempre é bom porque... oh, porque isso alimenta o meu amor por ti. alimentava, digo. quantas vezes eu disse que te tinha esquecido, quantas vezes te disse que já não te amava, que tinha percebido que nada voltaria. eu tentava muito acreditar nessas palavras, mas de facto nunca acreditei por completo. e foi isso que me levou a amar-te durante tanto tempo, tantos meses, e chegar a dois anos e meio. criámos tanto juntos e tanto ficou por fazer. o amor é realmente espantoso, não achas? só quero que saibas que farás sempre parte de mim. sempre.
January 18, 2012
talk #4
him- de todas as vezes que tenho falado com alguem há sempre algum problema. por isso estou habituado a confiar em mim mesmo e mais nada.
I- nem todas as pessoas são iguais :/
him- eu sei, e sei que não és assim. mas acontece sempre, e já me chateei com tanta gente por causa disso. prefiro ficar assim, a sério.
I- eu respeito. mas quero que te lembres sempre, mas sempre, que podes vir ter comigo para falar quando quiseres. mesmo que tenhas essa ideia fixa de que deves confiar só em ti. há pessoas que anseiam pela tua confiança, e eu confesso que sou uma delas.
mais do que tu possas sequer imaginar.
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