escalei muito, enfrentei tantas dificuldades ao longo desta caminhada, e pensei já não ter forças para continuar. pensei em desistir, em viver ao sabor do vento sem me pronunciar. talvez fosse o melhor caminho, talvez as minhas forças não fossem suficientes e eu não tivesse que lutar mais. especulei muito acerca do meu futuro e pensara que nada fosse como no passado tivera planeado. no fundo, o meu mundo altera-se com o passar dos dias e eu não tenho mãos suficientemente grandes ou poderosas para o agarrar. o medo era uma constante nos meus dias, o medo e a tristeza profunda. a caminhada estremecia com os segundos a passar, e eu mais inconstante aparentava. refugiei-me durante alguns meses num buraco fundo e escuro e, sem querer, fechei a porta a todas as minhas pessoas. era a minha solução para não me perder no meio da multidão existente. é verdade que não fui compreendida e, nem sempre, respeitada, mas assim continuava. felizmente consegui parar e olhar para o meu interior. consegui perceber que a minha apatia não me ajudava em nada, e só complicava mais o meu estado de espírito e o meu bem estar. decidi seguir, decidida de que conseguia, e esperava pôr tudo para trás das costas. a tentativa é boa, a vontade é enorme, mas hoje encontro-me de novo em apatia. não no estado em que me encontrava, mas parece que a felicidade ontem sentida, hoje não faz sentido. contudo, não vou regressar ao antes. vou continuar a caminhada, e mesmo que hoje não me sinta tão bem como ontem, amanhã, com certeza, conseguirei regressar à partida da minha nova viagem.
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December 18, 2011
December 16, 2011
fases
a verdade é que eu não sei de mim, não sei da minha existência. eu perdi-me e fiz-vos perder por este mundo fora, é verdade. mas eu não fiz por vos trazer comigo, não queria arrastar-vos na minha tristeza também. a verdade é que o meu físico já pouco se aguenta, e já mais se arrasta do que anda. também é verdade que as minhas forças nunca foram muitas, e numa situação assim, eu tive de cair bem lá no fundo. e é verdade que eu sinto o meu coração dilacerado, é verdade que ele já não é o mesmo, e as mazelas nele cravadas fazem de mim mais fraca, mais doente. eu deixo-vos por aqui, não quero mais que venham nesta viagem tão escura e fria. para essa solidão já basto eu. e fico bem. por muito que, agora, a fraqueza esteja em mim, daqui por uns tempos estarei mais forte.
November 2, 2011
15.
e quando um problema desaparece, há outro já na baila. consegui resolver tudo com o dré, Ty, custou mas foi! e isso é que importa. agora ainda tens de me explicar porque é que teimas em que eu seja tua mãe no facebook, é que dá-me cá uma graça! agora vou descansar, que com este gelo, só chamo pelos meus cobertores. ah, olha, consegues mandar um sussurro à minha annie e dizer-lhe que a amo muito e que só quero ficar bem com ela? e oh, dá-me notícias, ham! ti gosto, siempre.
October 23, 2011
6.
encontro-me sozinha, Ty, o resto foi para aquele lugar onde tu também habitas no verão; tu sabes, a nossa praia. eles estão lá, eu preferi cá ficar. sabes... eu não gosto deste tempo; não gosto de chuva, de vento e nuvens, aliás, detesto. nunca te disse? a sério, é o pior cenário do ano para mim. este tempo só me faz recordar e pensar em coisas que normalmente não são boas. sinto como se tivesse uma tempestade dentro de mim. se calhar não vais compreender, até porque tu estás sempre bem. isso eu também não compreendo, e tu bem o sabes. no entanto, adorava ser como tu e estar na maior parte do meu tempo com um sorriso na cara, mas que seja verdadeiro e que o sinta mesmo no meu coração. afinal, embora esteja sempre a sorrir, nem sempre é de verdade, nem sempre tenho essa vontade. oh Ty, com isto tudo, já não falamos desde meio da semana e eu estou um pouco preocupada contigo. sabes aqueles pressentimentos que tenho em relação a ti? e que normalmente até estou certa... pois, estou outra vez a pensar nisso; sabes que penso que não está tudo bem por aí? oh, diz-me se está ou não.o meu coração está outra vez num turbilhão e eu já não sei se esta tempestade passa ou se será tão prolongada como estas estações que estão a chegar. agora já nem conseguirei avistar a lua e conversar para ti. já viste? este tempo estraga tudo... diz-me depois qualquer coisa, e lembra-te, gosto muito de ti, meu macaense.
:
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b.,
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Ty
October 13, 2011
3.
Ty, esta noite está muito agitada. Não lá fora, mas dentro de mim. O meu coração está ferido, passaram por aqui duas tempestades e eu não consigo fazê-las desaparecer. Queria chamar por ti, mas não quero incomodar-te nem atrapalhar a tua noite de sono. Espero ficar mais calma, espero que o sol amanhã sorria para mim, espero que ao fim da tarde consiga conversar contigo. Ajudas-me a apaziguar estas tempestades? Estão a ferir-me imenso e eu não quero fraquejar sozinha.
Oh Ty, tenho tantas saudades tuas e das nossas longas conversas. Quando é que esse tempo volta?
Estás bem? A Mya está a cuidar bem desse teu coração de ouro? Espero bem que sim.
Tenho de ir descansar, um beijinho de boa noite da Ky que te adora.
:
b.,
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boas e más pessoas
as boas pessoas estão sempre desprotegidas. normalmente são as mais magoadas, as que mais dificuldades enfrentam até se sentirem na sua plenitude. as pessoas com bom coração que ajudam quem quer que seja, e que estão presentes em qualquer altura, são as que mais caiem, as que mais desilusões apanham. as boas pessoas morrem primeiro, por dentro, claro, mas morrem. as más, permanecem para infernizar a vida a outras pessoas boas. e isto torna-se num ciclo vicioso. hoje desisti. desisti de falar, de tentar perceber. hoje percebi que esta é mais uma fase em que não me disponho a alcançar essas atitudes. cansei-me. e de vez.
September 16, 2011
gostar é isto
Há coisas que não se conseguem explicar. A nossa relação na altura serviu, também, para eu conseguir criar laços com a tua família. Laços esses que até hoje não foram quebrados, e que têm permanecido vividos, sempre com mais momentos bons e com a grande companhia que me fazem. Sinto os teus pais como meus, e embora a nossa relação depois tenha terminado, ambos sabemos que eles não deixaram nunca de gostar de mim e claro que eu também não deixei de gostar deles! Ainda hoje o teu pai me chama "nora" e, embora me deixe meio desconfortável pela tua posição, sabendo que por vezes não foi conveniente, eu sinto-me como se fosse realmente da família, como se fizesse parte, e isso para mim é bestial. A nossa amizade continuou e eu continuei a preferir a vossa companhia em demasiados momentos, excluindo a própria companhia da minha família. Não que sejam melhores que eles, mas o conforto, a aceitação.. São sentimentos totalmente diferentes. Com isto, quero dizer que, assim que soube em que estado o teu pai se encontrava, o meu coração apertou, como se fosse o meu pai que estivesse lá. Apertou e senti-me sem forças para nada, só para vos dar a vocês a minha força para lutarem juntamente com o vosso pai naqueles momentos tão difíceis. Não me arrependo de ter ficado apática. Não me arrependerei nunca de vos dar a força que tenho, mesmo ficando sem nenhuma, se isso significar que vos vejo bem e com coragem para enfrentar todos os obstáculos. Arrepender-me-ia, sim, se não vos desse o apoio que tanto precisaram. Mas, de facto, penso que isso não faltou nunca. Peço desculpa se não consegui ajudar mais, mas sei que fiz o que conseguia por vocês. Cada notícia positiva que traziam até mim, deixava-me sempre mais tranquila, mais segura. Sei bem que vou sempre preocupar-me contigo, muito mesmo. Mas que essa preocupação irá sempre englobar a tua linda família, da qual parece que pertenço. Por muitos anos que passem, por muito que as coisas se modifiquem, nunca vou perder de mim a vontade que tenho de fazer parte da vossa vida como vocês fazem da minha. E a isso chama-se amor, carinho, atenção, preocupação e sobretudo gratidão. Porque sim, tenho todos estes sentimentos por vocês e, quem sabe, outros tantos.
Espero que as notícias continuem a ser boas e, meu querido, estarei cá para ti, para vocês, sempre, e sublinho sempre, porque não é fácil encontrar alguém que nos faça tão bem como vocês me fazem a mim. Agradeço do fundo do coração tudo o que me dão, desde carinho a momentos de alegria. Gosto imenso de vocês. Gosto imenso de ti, bubu.
September 13, 2011
hoje... não!
hoje o dia foi feito sem ter vontade para nada.
hoje senti ainda mais saudades tuas.
hoje senti que me sinto meio perdida neste mundo.
hoje percebi que há pessoas das quais não consigo desfazer os laços que criei.
hoje tive mais momentos com vontade de soltar lágrimas cá para fora, do que sorrisos.
hoje quis esconder-me e refugiar-me na minha velha amiga para me conseguir sentir melhor.
hoje sou só eu e a minha velha e melhor amiga, por isso... vou chorar para perto dela.
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September 9, 2011
receios e ideias
tornou-se difícil abrir o meu coração. já não consigo encontrar nele as respostas certas para as minhas perguntas porque, na realidade, nem sei se tenho perguntas a fazer. às vezes tenho medo de falar do que vivo, com medo que isso não resulte bem. por isso fecho-me em copas e conto só comigo. mas isso não me tem trazido grandes estabilidades. tenho andado cabisbaixa, com medo de enfrentar o que poderá vir aí. como já me dei conta, não sou muito de pensar no futuro, mas agora penso porque o meu próprio presente é incerto. tenho medo de dar nomes às coisas, por mais tarde virem dizer que não davam esse mesmo nome. e eu não quero criar expectativas numa coisa para depois sair a perder e a sofrer. por isso... fico-me por não chamar nada a nada, por me ficar pelo momento sem querer pensar que estou a comprometer-me devidamente. isso não quer dizer que goste menos de ti. - Sim, agora estou a falar para ti! Gosto muito, mas desculpa-me estar a controlar tanto isto dentro de mim. sei que se algum dia tiver de dizer "sim, estou com ele", eu vou dizer sem problema, porque me sinto bem, mas por enquanto vou ficar assim, sem dizer que nome te dou na minha cabeça, que sensações me fazes viver e que intenções temos sobre o que virá a seguir.
gostas deste secretismo? eu também, confesso. dá mais sabor a tudo e vive-se de outra forma. mas lá volta o meu receio novamente: e se o dia de isto mudar totalmente estiver perto, bem perto de nós? desta vez estou a portar-me à altura, não estou a coração-apaixonado que costumo de ser, estou a seguir o meu instinto, estou a viver como quero e como sei que queres e gostas. estou a fugir à regra do que antes seguia, e nem me sinto mal por isso. agora resta esperar para ver o que o futuro nos reserva. mas, por agora, quero o presente. e esse presente seria só ver-te à minha frente e apertar-te. aqui a menina das saudades sente a tua falta. mas também gosta muito de ti!
August 27, 2011
16 de Agosto

Mais uma armadilha...
Afinal quem é que anda por aí escondido a destruir os meus sonhos? De certeza que não serei eu tão ruim comigo mesma que não deixo que as coisas boas me aconteçam. De certeza que há algo por detrás de todos estes maus momentos. Alguém diz alguma coisa? Estou perdida no meio dos pensamentos, das dúvidas, destes pequenos, mas marcantes, momentos de angústia. Não sei em que embuscada me enfiei desta vez, mas o meu coração está bastante ferido, com enormes mazelas. Coração tão frágil e tão magoado... Porque não páras de procurar a dor e te limitas à alegria e felicidade?
Estou triste por te ver assim - admito -, tenho saudades de te ver sorrir por tudo e por nada. Não gosto que sejas resmungão, gosto de ti calminho e apaixonado. Mas não me pregues mais partidas, pelo menos por agora. Sossega para que eu também possa sossegar.
Tenho receio do que possa vir e não encontro quem me possa ajudar. Se ao menos pudesse contar com o meu velho amor, melhor seria - Oh se seria! Mas até nisso tive de cortar, fingindo já não me importar. Este ciclo nunca pára e cada vez se torna mais vicioso, deixando-me de rastos. Continuo perdida, ferida.
Mais uma armadilha em que caí e sem uma mão para me levantar...
July 15, 2011
acredito que
um dia, vou deixar de andar à deriva e vou endireitar o meu barco e a minha vida. um dia, vou confiar menos e agir mais. vou ouvir menos e falar muito mais. um dia, toco a minha música e vão ficar todos parados a escutar. um dia, serei eu sozinha contra o mundo. mas nesse dia, estarei e serei feliz.
June 2, 2011
não é impossível
Mudaste para ver se eu mudava por ti? Onde é que isso tem alguma lógica?
Sabes perfeitamente (ou pelo menos devias) que eu faço qualquer coisa por ti, que dou o que tiver de dar. Sabes que preciso da tua companhia e preciso que te lembres que estou cá, que me deves alguma coisa, nem que sejam poucos minutos de atenção. Não preciso que mudes comigo para eu mudar também, não quero que me dês a tua pessoa de volta só para eu te dar o que queres. Não é justo, e sabes porquê? Porque sabes que o que mais quero é que voltes a ser a mesma pessoa que antes eras, mas não faz sentido que isso aconteça só para depois te poder dar o que queres. É um acordo injusto, eu disse-te. Porque pedes-me algo que não quero em troca do que mais quero no mundo, isso é o mesmo de tocares no meu ponto fraco, só para que eu ceda.
Tens de ter noção que há coisas que não se substituem, nem podem ser trocadas por outras.
Não compliques muito, peço-te. Mas também te peço para não te esqueceres que continuo a querer que voltes a ser quem eras. Sinto, cegamente, a falta desses momentos, e o meu coração arde por saber que tarda a chegar.
May 23, 2011
espero
Espero que seja desta...Continuo aqui à espera, continuo a olhar pela janela para ver se chegas, para ver se gastas um pouco do teu tempo e vens trocar palavras comigo, dessas que espero que sejam sinceras. Mas continuo aqui, espero que o saibas. Só quero que não te lembres disso quando já for tarde.
May 14, 2011
I swear
May 6, 2011
April 28, 2011
As pessoas não pensam, apenas falam do que vêem, o que nem sempre corresponde.
Falam, falam, inventam coisas de que nem elas têm a certeza de serem verdadeiras e, no fim, acham-se heróis/heroínas.
Não preciso que inventem mais a meu respeito.
Não preciso que digam que parece o que, na verdade, não é!
Tantas foram as vezes em que tive estas reacções, tantas foram as vezes em que mostrei o meu agrado e, até, o meu desagrado.
Apenas gosto que se faça justiça e quando não o fazem, tento empurrar para tal.
A tal pessoa merece, de verdade, esta oportunidade. E é só isso que estou a tentar salientar. É impossível não se fazer nada , quando temos a oportunidade de o fazer.
Por favor, mexam essas mãozinhas e façam algo de útil, algo notável e realmente importante. Não cruzem os braços numa situação que tem resolução à vista.
April 21, 2011
(re)começo.
É verdade quando digo que te amo, sim, não vou mentir. É verdade quando digo que tento não pensar em ti, porque eu tento, com todas as forças que arranjo não sei onde! E tento porque sei que este amor não me leva longe, porque já não é correspondido, e por mais que ainda me faça sorrir, não é o ideal para mim!
Passas os dias a magoar-me, passas as noites a falar comigo como se fosse tudo na boa mas não é. Não é porque ainda não me és indiferente como eu te sou a ti, e às vezes precisava que te desses conta disso! Viver por ti não me faz chegar longe, não me faz alcançar os meus objectivos. Preciso de mais, preciso de certezas de que deixas de estar dentro de mim, certezas de que deixas de significar o que ainda significas e de pairar sobre a minha cabeça.
O tempo não interessa; não importa se são anos a amar-te, se são dias a tentar esquecer-te, se são semanas sem uma palavra tua. Importa, sim, a minha vontade de ultrapassar isto, de fechar o livro do amor da minha vida e abrir outro, com novos personagens, novos protagonistas e novos contos para serem lidos! As pessoas já devem estar fartas de ler todas as linhas que gasto para te escrever. Já devem cansar-se de ler sempre a mesma coisa, a sede de te querer esquecer. Mas ao menos sei que não sou fraca ao ponto de desistir, não sou nem nunca vou ser. É verdade que foi graças a ti que vi novos dias, que percebi novas coisas, que as entendi também; foi ao pé de ti que cresci, que provei o sabor do verdadeiro amor. Mas tão verdadeiro esse, que hoje me deixa de coração no chão, que me faz soltar lágrimas nada silenciosas e que vai de encontro a uma página da minha vida desconhecida.
As pessoas têm razão quando dizem que o nosso grande amor não nos dá somente coisas boas. Ele também magoa, também trai a nossa confiança, também nos faz chorar dias e noites sem parar, faz-nos perder a vontade de sorrir, de fazer o que mais gostamos. Olha bem para mim, amante da escrita, amante do amor, ando há dias sem saber que escrever, que imaginar. Mas hoje consegui, e tudo porque esta foi a última vez que me magoaste. Hoje foi a última vez que deixei que interferisses no meu bem-estar como tem sido nestes dois últimos anos. Basta de chorar por ti, de chorar por um amor acabado. Já não serve a tentativa de abrir a porta que vai de encontro à tua imagem, já não quero adormecer ainda a imaginar como era quando estavas comigo, não quero acordar com a sensação que tenho o teu cheiro comigo, a tua voz a ecoar ao meu ouvido. Chega porque ainda sou eu que comando a minha vida, por muito que este papel me tenha andado fugido durante muito tempo. Hoje, com toda a força que tenho, digo adeus a este sentimento que em nada me mete um sorriso na cara.
Hoje, a minha vida começa!
April 20, 2011
dilema
Sim, tenho o coração sarado. Já não chora mais, já não sangra como se tivesse reservas e reservas sem parar. Estou como nova. Mas continuas a rondar por estes lados. Embora saiba que não é pelas razões anteriores. Mas será que não podias simplesmente sair de uma vez? Seja por boas ou más razões, devias desaparecer. Acho que já não preciso da tua companhia... Porque há sempre um dia em que me magoas, e eu já não quero essas experiências na minha vida, pelo menos por agora.Deixa-me viver, eu preciso.
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