Avô ♥

remember

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February 5, 2012

relembro

"Nicole, look me in the eyes."
senti-me bem quando me pediste isso. já lá vão uns meses, não é? meses que te afastaram de mim, ou que tu próprio afastaste. sim, foi isso. eu disse-te no início que olhar nos olhos de alguém é-me muito difícil, porque é um contacto tão forte, e não porque não o consiga aguentar, só porque acho que as palavras conseguem substituir essa ligação visual. é muito forte para mim, entendes-me? oh, e os teus olhos, naquele momento, estavam brilhantes, lindos. falavam por ti.
"O que é que nós temos?"
perguntaste-me tu depois de eu te fixar o olhar. senti as pernas a tremer porque era uma pergunta legítima mas incerta. "Boa pergunta", disse-te. que mais poderia dizer? a minha vontade era dizer-te que podíamos esperar que o tempo corresse e deixarmos as coisas acontecer. podíamos simplesmente aproveitar cada momento. e eu acho que foi isso que interpretaste no meu sorriso tímido, quando não soube dizer mais nada. e depois desse momento, sorriste-me com a tua alma e continuaste a conversar. sinto saudades tuas. e é estúpido sentir porque me abandonaste sem nenhum problema se ter passado e sem nenhum motivo.

January 9, 2012

cobardia

O facto de me teres deixado sem sinal teu durante meses, fez-me prever que nunca iria ter uma explicação da tua parte. A verdade é que, ao ver-te no mesmo lugar que eu ao fim deste tempo todo, fez o meu coração palpitar como da primeira vez em que notei a tua presença, naquela noite de verão. E a verdade é que eu voltei àquela curiosidade de chegar perto de ti e conhecer-te. Era como se quisesse fazer tudo de novo. Sim, é isso, recomeçar-mos. Conseguias? Querias? Oh, sabes, eu fiquei magoada por teres tomado a atitude de nem me falar, mesmo passando ao meu lado e tendo a certeza de que era eu. E a verdade é que eu fui cobarde ao dirigir o meu olhar para o chão quando senti o teu corpo passar ao lado do meu. Eu tive medo de te confrontar. É isso. E agora... Agora a tua imagem cruza a minha mente quando eu menos espero e eu sinto-me arrependida. Eu devia ter-te dirigido a palavra para não continuares a fugir. E a verdade é que isso agora de nada serve. Apesar de eu saber que tu também foste cobarde ao não me dares uma explicação e depois veres-me e não me falares. Somos os dois. Deixa lá, eu sei viver com isso. Espero que guardes um peso enorme na tua consciência por teres agido como agiste comigo.

December 22, 2011

recorro sempre à utilização das minhas palavras para ti quando a minha mente atinge a confusão. talvez o faça porque tu também me confundiste, e nestas alturas eu tento, mais umas quantas vezes, compreender o porquê da tua súbita e silenciosa ausência. repito, again, que não merecia que o fizesses. olha, eu sei que sou adepta do silêncio, mas o teu é constrangedor, como te disse numa mensagem isolada. e assim o é porque foi sem motivos. tu sabes que eu sou a "caixinha de memórias" de todos, não sabes? eu gosto e sei lembrar-me de tudo que vivi, de tudo o que as pessoas deixaram comigo e até das lágrimas que me fizeram largar. eu guardo tudo porque, quem sabe, um dia não precise de as utilizar (?)
sabes? eu não resisto a ouvir-te, a ouvir a tua voz, embora em silêncio. sim, eu ainda sigo os teus passos musicais, e sinto sempre uma leve tranquilidade quando a tua voz tão forte entra pelos meus ouvidos dentro. é mais forte que eu, e sinto-me sempre melhor quando o faço. mas este é um hábito que tenho de cortar, porque provavelmente tu já nem pensas em dizer-me alguma coisa para me acalmar, ou para justificar a tua partida. mas bom, eu vou deixar de pensar nisto porque , no fundo, faz-me mal porque me faz recordar o verão, e o verão é o meu ponto fraco, e tu foste o meu ponto fraco deste verão que passou. olha, já nem estou a fazer sentido. mas sabes? os nossos momentos e a tua presença também já não fazem sentido na minha cabeça.

September 24, 2011

calma

vão querer matar-me se disser que a tua voz continua a acalmar-me. ouço-a em segredo, só eu e os meus phones. ela acalma-me, sossega o meu coração e as minhas emoções. eu sei que não devia por-me a ouvir, mas é um calmante. assim, visto desta forma, não é errado, pois não? vá lá, ainda estou à espera que me digas alguma coisa. eu mereço isso.

September 15, 2011

September 14, 2011

Oh se sentem, meu amor! Cada vez mais.

September 13, 2011

hoje... não!

hoje o dia foi feito sem ter vontade para nada.
hoje senti ainda mais saudades tuas.
hoje senti que me sinto meio perdida neste mundo.
hoje percebi que há pessoas das quais não consigo desfazer os laços que criei.
hoje tive mais momentos com vontade de soltar lágrimas cá para fora, do que sorrisos.
hoje quis esconder-me e refugiar-me na minha velha amiga para me conseguir sentir melhor.

hoje sou só eu e a minha velha e melhor amiga, por isso... vou chorar para perto dela.


September 12, 2011

quero sentir

torna-se cada vez mais frustrante sentir as palavras fugirem de mim, mesmo tocando nelas, já não consigo mantê-las perto, seguras. agora tornou-se insuportável não saber que dizer sobre nada. fechei as portas, as janelas, e agora resto eu sozinha com a minha própria companhia.
na verdade, o que mais queria neste momento era sentir as borboletas de ver o meu nome escrito numa pauta de uma faculdade, e no canto a dizer "Colocada". fosse em que faculdade fosse. desejo disparatado. mas isto é só um aparte. o que queria, também, era provar aquilo que tanto penso para mim "ele nunca se esquece, ele só está exausto". agora... se é isso verdade ou não, ainda tenho de esperar que me mostres. quero é ir para aquele lugar, só os dois, lá bem no alto, alheios ao mundo. nós, só. pode ser? ou então ainda queria ouvir a tua voz a dizer que também tens saudades minhas, como eu, a menina das saudades, tem tuas. procura-me. encontra-me. abraça-me. quero tanto o teu regresso. e não estás assim tão longe. a isto chama-se gostar, certo? gosto de ti, pois é.

September 9, 2011

receios e ideias

tornou-se difícil abrir o meu coração. já não consigo encontrar nele as respostas certas para as minhas perguntas porque, na realidade, nem sei se tenho perguntas a fazer. às vezes tenho medo de falar do que vivo, com medo que isso não resulte bem. por isso fecho-me em copas e conto só comigo. mas isso não me tem trazido grandes estabilidades. tenho andado cabisbaixa, com medo de enfrentar o que poderá vir aí. como já me dei conta, não sou muito de pensar no futuro, mas agora penso porque o meu próprio presente é incerto. tenho medo de dar nomes às coisas, por mais tarde virem dizer que não davam esse mesmo nome. e eu não quero criar expectativas numa coisa para depois sair a perder e a sofrer. por isso... fico-me por não chamar nada a nada, por me ficar pelo momento sem querer pensar que estou a comprometer-me devidamente. isso não quer dizer que goste menos de ti. - Sim, agora estou a falar para ti! Gosto muito, mas desculpa-me estar a controlar tanto isto dentro de mim. sei que se algum dia tiver de dizer "sim, estou com ele", eu vou dizer sem problema, porque me sinto bem, mas por enquanto vou ficar assim, sem dizer que nome te dou na minha cabeça, que sensações me fazes viver e que intenções temos sobre o que virá a seguir.
gostas deste secretismo? eu também, confesso. dá mais sabor a tudo e vive-se de outra forma. mas lá volta o meu receio novamente: e se o dia de isto mudar totalmente estiver perto, bem perto de nós? desta vez estou a portar-me à altura, não estou a coração-apaixonado que costumo de ser, estou a seguir o meu instinto, estou a viver como quero e como sei que queres e gostas. estou a fugir à regra do que antes seguia, e nem me sinto mal por isso. agora resta esperar para ver o que o futuro nos reserva. mas, por agora, quero o presente. e esse presente seria só ver-te à minha frente e apertar-te. aqui a menina das saudades sente a tua falta. mas também gosta muito de ti!

September 8, 2011

já sei

vou adormecer ao som da tua voz, para ver se me acalma. gosto muito de ti. mas isso já sabes. agora fico à espera do momento em que poderei mesmo abraçar-te e sentir que estás lá para mim. dorme bem, príncipe.

September 7, 2011

ya

estou a deprimiiiiiir! estava tudo a correr tão bem...

September 6, 2011

por mim

não sei quanto tempo durará este sentimento e esta experiência, mas a única coisa que sei, é que vou aproveitar todo o tempo que tenho; vou aproveitá-lo a cem por cento, sem pensar no que poderão pensar. porque, primeiro de tudo o resto, está a minha felicidade e o meu bem-estar. e, por agora, estes dois pontinhos estão do teu lado, e tu estás a cuidar muito bem de mim e do meu coraçãozinho.
* e mal posso esperar por estar contigo sexta-feira.

September 5, 2011

saudade

sinto a tua falta, sinto falta daquele abraço apertado que me deste, de todas as palavras que já me disseste, do que segredaste, sinto falta do beijo na testa, de todos os outros mimos e de saber que estavas ali comigo, mesmo à minha frente.

August 27, 2011

16 de Agosto

Mais uma armadilha...
Afinal quem é que anda por aí escondido a destruir os meus sonhos? De certeza que não serei eu tão ruim comigo mesma que não deixo que as coisas boas me aconteçam. De certeza que há algo por detrás de todos estes maus momentos. Alguém diz alguma coisa? Estou perdida no meio dos pensamentos, das dúvidas, destes pequenos, mas marcantes, momentos de angústia. Não sei em que embuscada me enfiei desta vez, mas o meu coração está bastante ferido, com enormes mazelas. Coração tão frágil e tão magoado... Porque não páras de procurar a dor e te limitas à alegria e felicidade?
Estou triste por te ver assim - admito -, tenho saudades de te ver sorrir por tudo e por nada. Não gosto que sejas resmungão, gosto de ti calminho e apaixonado. Mas não me pregues mais partidas, pelo menos por agora. Sossega para que eu também possa sossegar.
Tenho receio do que possa vir e não encontro quem me possa ajudar. Se ao menos pudesse contar com o meu velho amor, melhor seria - Oh se seria! Mas até nisso tive de cortar, fingindo já não me importar. Este ciclo nunca pára e cada vez se torna mais vicioso, deixando-me de rastos. Continuo perdida, ferida.
Mais uma armadilha em que caí e sem uma mão para me levantar...

14 de Agosto

uma magia renasceu. aquela sensação de possuir borboletas no estômago e de sentir o coração aos pulos regressou e eu, na verdade, já não me lembrava do que isso era e do quanto sabe bem. a primeira coisa que pensei foi que o meu Eu, tão perdido por estas longas ruas que se atravessam na minha vida, tinha ganho forças para se levantar e sarar as feridas que o estavam a desgastar, e hoje voltou a olhar para si com um olhar que se queria há muito.
esse leve toque aumentou qualquer expectativa que já pudesse ter, e por agora é só deixar o coração e a mente ir.
não vou pedir ou pensar em mais, porque sabe bem melhor com este mistério.